Arquivo de setembro de 2008

Escovar os dentes ou barbear os dentes?

quinta-feira, 18 de setembro de 2008

E o cara atrasado passa por cada uma!?!?

Acordo hoje, cheio de preguiça. Olho para o relógio no criado e dou um pulo. Dez para as dez da manhã. Perdi a hora. O despertador enguiçou ou ficou desligado.

Três horas atrasado. Mil coisas para fazer. Post para fazer, cartório, trabalho, compras, médico. Tô ferrado!

Em outro pulo, estou dentro das roupas, um pé calçado, outro serpenteando pelo chão a procura do outro pé do sapato. Enquanto isso, me movimento em direção ao banheiro.

Chego na pia, olho pra cara de sono e lavo a cara numa esfregada de quase tirar o nariz. Pelo menos acordei com o chacoalhão. Enquanto uma mão seca o rosto com a toalha, a outra procura a pasta de dentes e a escova dentro da espelheira.

Nunca treinei isso, mas consegui por a pasta na escova sem ver e acelero na escovação. Enquanto isso, a outra mão já penteia o cabelo. Tudo corria dentro do tempo, aliás, pouco tempo.

Em 01 minuto, a boca cheia de espuma, começa um formigamento, um gosto gosmento de óleo, misturado com hortelã.

Será sabor novo de pasta de dente? Algum novo ingrediente milagroso? Ainda escovo uns 30 segundos tentando descobrir a origem das sensações estranhas na boca. De repente, como uma criança que faz caretas quando não gosta do remédio, começo a contorcer a boca, cuspir a espuma, ânsia de vômito. Enxáguo umas dez vezes a boca. Bebo água. E nada do gosto horrível sair da boca. Parece anestesia de dentista e, ainda com gosto de gosma.

Olho a escova – esta limpinha e é quase nova. Pego a pasta de dentes, ainda com a boca ardendo, e olho a validade, aspecto, cheiro, até experimento para ver se esta estragada. E nada! Tudo em ordem.

Já se passaram 05 minutos. O atraso será maior. E o gosto horrível continua…

Finalmente, achando que tinha escovado os dentes com algum bicho ou coisa parecida, vou guardar a escova e vejo a bisnaga do Creme de Barbear. Mesma cor da bisnaga da pasta de dente. E a pasta de dente, ali ao lado. Esta explicada a canastrada.

Usei o creme de barbear para escovar os dentes. Apesar do gosto horrível na boca, que durou uns dois dias, não consigo deixar de rir quando me lembro. Essa servirá para contar para os netos. E para vocês também.

Então, já sabem. Até dá para perder a hora, mas olhe sempre para o que vai por na boca.

Piadas e Curiosidades - Você sabia?

quarta-feira, 17 de setembro de 2008

1 - O que é que a coruja tem e nenhuma outra ave possui?

2 - Qual a diferença entre o Paraná e a agulha?

3 - Qual a diferença entre a galinha e o tecido?

4 - O que é que sempre está vindo, mas nunca chega?

5 - Quando é que a orelha esquerda fica direita?

6 - O que é que o homem tem, mas faz para não ter?

7 - O que é que todos tem dois, mas você tem um só?

8 - Qual a capital brasileira sempre vencedora?

Respostas

1 - Corujinhas.

2 - O Paraná tem Ponta Grossa e a agulha tem ponta fina.

3 - A galinha bota e o tecido desbota.

4 - O amanhã.

5 - No espelho.

6 - Barba.

7 - A letra ‘o’.

8 - Vitória, ES.

Dicas - Ensinando o bebê a engatinhar com firmeza e equilíbrio

terça-feira, 16 de setembro de 2008

Atividade para dar equilíbrio e firmeza ao bebê

Comprei um colchão de ar de solteiro e coloquei-o na sala, deitando-me sobre ele. Logo, minha pimpolha queria imitar o papai, subindo sobre ele, mas estranhou aquele objeto que tornava o chão molenga e que fazia barulhinho de ar conforme se pisava.

Não enchi muito de ar para que ficasse fofinho. Se enchesse demais ele ficaria muito firme e de uma certa forma, tornar-se-ia uma mola que jogaria a bebê para fora quando ela se jogasse com força sobre ele.

No começo, minha filhinha ficava só com o tronco sobre o colchão, mas depois aprendeu a engatinhar sobre ele e isso lhe deu muito equilíbrio, porque conforme o colchão estava mais cheio ou vazio, engatinhar sobre ele era mais fácil ou difícil.

Alguns pontos do colchão eram mais duros ou moles, fazendo com que tivesse que dosar a força nos braços e pernas para manter o equilíbrio.

Quando ia descer do colchão e tirava o peso do primeiro bracinho, a redução do seu peso sobre aquele ponto do colchão fazia ela desequilibrar-se porque o ar se ajustava à pressão sobre o braço apoiado e sobre os joelhos.

Nas primeiras vezes, ela quase sempre caiu porque não entendia o que acontecia na hora de descer, mas em alguns dias, já subia e descia tranquilamente.

Da mesma forma que um adulto tem que usar seu senso de equilíbrio para ficar sobre um piso instável, o bebê aprende a se equilibrar sobre o colchão de ar e transfere esse aprendizado para o ambiente onde engatinha e irá caminhar.

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