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A emoção de Pai quando a bebê diz “Fess côco!”

segunda-feira, 1 de setembro de 2008

Se me contassem a alguns anos atrás, juro que não acreditaria.

Uma noite dessas, estava incumbido da prazerosa tarefa de cuidar de minha princesinha de 1 ano e 9 meses. Depois do tradicional passeio ao parquinho e do passeio no vovô Chico, encarei 02 horas de brincadeiras e eu estava exausto. Minha Bélli estava elétrica como sempre, subindo nas cadeirinhas e mesinha, descendo, jogando bola, rolando nos colchonetes, andando pelo apartamento todo.

Nesse meio tempo, fiz seu suco de maracujá e como sempre tenho a auxiliar trepada na cadeira ajudando o papai em tudo, a sapeca consegue pegar o açucareiro e vira no chão da cozinha.

Aspirado o açúcar do chão, com a minha ajudante varrendo o chão com sua vassourinha e pazinha, terminei o suco e fomos assistir um desenho animado no DVD.

Ela agarra minhas calças, me puxando para o chão, espera eu deitar nos colchonetes e almofadas do seu quartinho de brincadeiras e depois se esparrama sobre meu colo, toda posuda. Pega o controle do DVD e avança ou retorna o desenho, escolhendo as partes que mais gosta.

Para mim, é uma folga na minha hérnia de disco, já que acompanhar a energia da pequenina é bem complicado.

Geralmente, depois de uma meia hora assim, se esta cansada, ela se aninha do meu lado, deitando a cabecinha no meu peito e continuamos o filme.

Mas hoje, estava cheia de energia e recomeçou a brincar, rindo, pulando e papeando na sua linguagem ainda indecifrável, limitada a cerca de umas vinte palavras.

Lá pelas tantas, senta-se quietinha e fica com uma carinha meio envergonhada e logo percebo os sinais conhecidos de que esta fazendo cocô. Tranqüilizo a pequena, lhe dizendo que não tem problema e que o papai vai esperar ela terminar e depois trocar a fralda. Que não tem problema nenhum ela fazer na fraldinha.

Ela faz as caretas de força e depois de terminar com uns peidinhos, me agarra no braço puxando minha cabeça para perto de si, toda envergonhada e diz: “Fess totô!”

Caramba! Nunca pensei que pudesse ficar emocionado com isso. Meus olhos ficam marejados. Sentir a emoção de ver que esse serzinho abençoado esta crescendo e mais ainda, confia em você para pedir ajuda em algo que já considera um incômodo. É como se aquele serzinho sussurrasse em seu ouvido: “Papai, confio em você. Preciso de ajuda.”

Ela se pendura no meu pescoço para que a leve ao trocador. Troco a fralda repleta de cocôzinho, feliz como se estivesse mexendo no glacê de um bolo. Sinto uma felicidade indescritível. “Minha filhinha confia em mim.”

Pensava que só as mães pudessem e tivessem esse prazer.

Como é bom ser papai.

Um pai e um bebê - sofrer por Amor Incondicional

segunda-feira, 7 de julho de 2008

Cada vez mais, meus conceitos, opiniões e valores sobre a vida estão mudando.

Depois de virar pai, praticamente caíram por terra todos meus preconceitos, temores, dúvidas e outras picuínhas da vida e passei a pensar apenas no bem estar da minha “pequerrucha”.

Não há dia em que não pense no que eu estou fazendo e se isso vai ajudar a criá-la com amor, paz, saúde e condições financeiras.

Você passa a ter em mente apenas o bem estar da sua filha, não importando nem o seu próprio bem estar.

Você passa a noite em claro, velando o sono dela. Sente a dor, quando se machuca. Brinca horas com ela, mesmo moído do trabalho. Carrega-á por horas, mesmo quando você não poderia por causa da coluna.

De certa forma isto é errado, pois se você não estiver bem, com saúde e atento a eles, seus filhos não ficarão bem, porque você é o esteio psicológico, afetivo e até financeiro deles.

Quando sacrificamos nosso descanso ou esquecemos nossas dores para dar atenção e cuidados para nossos pimpolhos, estamos possivelmente expondo-os ao risco de um acidente na estrada, ao desenvolvimento de uma doença que pode nos comprometer mais tarde, ao risco de dormirmos ou ficarmos desatentos exatamente quando precisarem de nossa ajuda.

Mas, só existe uma razão para esses nossos atos de “heroísmo irresponsável” com nossos filhos, tanto dos pais quanto das mães.

Chama-se Amor Incondicional.

Para as mães, acho que surge quando a criança é concebida. Para os pais, acho que surge quando a pegamos nos braços pela primeira vez.

Não há como fugir dele !

Por mim, já poderia morrer feliz, pois já tive a felicidade de pegar minha bebê por muitas horas, dias e meses.

Mas, se Deus quiser, ainda vou querer carregá-la por muitos anos. Meu amor incondicional só aumenta a cada dia.

O filho vidente do corno

sexta-feira, 6 de junho de 2008

Um homem vai ao quarto de seu filho para dar-lhe boa noite.

O garoto está tendo um pesadelo. O pai o acorda e pergunta-lhe se ele está bem. O filho responde que está com medo porque sonhou que a tia Suzana havia morrido.

O pai garante que tia Suzana está muito bem e manda-o de novo para a cama. No dia seguinte a tia Suzana morre.

Uma semana depois, o homem volta ao quarto de seu filho para dar-lhe boa noite.

O garoto está tendo outro pesadelo, e desta vez diz que sonhou que o avô havia morrido. No dia seguinte o vovô morre.

Uma semana depois, o homem vai de novo ao quarto de seu filho para dar-lhe boa noite. O garoto está tendo outro pesadelo.

Desta vez o filho responde que sonhou que o papai havia morrido… O pai garante que está muito bem e manda-o de novo para a cama.

No dia seguinte, o pai está apavorado.Tem certeza que seu filho é vidente. E tem certeza de que vai morrer.
Sai para o trabalho e dirige com o maior cuidado para evitar uma colisão.
Não almoça com medo de veneno; evita as pessoas, com medo de ser assassinado, tem um sobressalto a cada rua…

Ao voltar para casa, ele encontra sua esposa e diz:
- “Meu Deus… Tive o pior dia de minha vida ! “

E ela responde, toda chorosa:
- “Você acha que o seu foi pior… o meu chefe morreu hoje de manhã assim que chegou ao escritório!”

MORAL DA HISTÓRIA:

Há momentos em que ser corno não é problema, é um alívio!